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Fique Atento! Naruto Shippuuden Episdio 485 "Sasuke Shinden Raiko-hen: Coliseu" ser lanado dia 08/12/2016 !
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Sakura Hiden - Captulo Seis: Seo 2
Postado Por: Gaara
Data: 2016-07-19 02:56:04

A novela "Naruto - Sakura Hiden: Shiren, Haru Kaze ni Nosete" (Naruto - Sakura Hiden: Pensamentos de Amor e Saudade, Passeando na Brisa da Primavera), autoria de Tomohito Osaki, foi lançada em 03 de abril de 2015 no Japão. O livro contém 224 páginas..



Para ver outras partes do livro acesse aqui.


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Captulo Seis: Seo Dois

 

Ino chegou a um antigo ferro-velho na periferia da cidade, com Sai. Tendo como cobertura a sombra projetada de um tambor de ao, eles mantiveram uma atenta vigilncia sobre um velho edifcio de madeira de dois andares em diagonal no lado oposto da rua.

"Esse um dos esconderijos que o grupo de Kido utiliza." Informou Sai. "Eu acho que ele usado para reunies privadas, para esconder pessoas, ou para manter algum como refm." Sai continuou, "Quando estava seguindo Kido, ele veio a este lugar vrias vezes."

Uma cerca viva serpenteava o entorno do esconderijo, e perto da entrada havia uma figura em uma mscara ANBU e um casaco lanando um olhar que varria os seus arredores.

"Ino, voc pode tentar sentir o chakra de Sakura dentro daquele edifcio?"

"Positivo." Ao ser questionada por Sai, Ino entrou no seu modo de percepo sensorial. Dentro do prdio, ela sentiu trs conjuntos de chakra. No entanto, nenhum deles correspondeu ao de Sakura. "Ela no est l. Eu no consigo sentir o chakra de Sakura."

"Entendo." Sai assentiu com a cabea sem mostrar o menor desnimo.

"Diga, voc pretende verificar cada pequeno lugar onde Kido possivelmente tenha estado, como este?" Perguntou Ino, com curiosidade e preocupao.

"Sem chance." A resposta de Sai veio quando ele balanou a cabea. "Isso levaria tempo demais. Alm disso, de Kido tem esconderijos secretos que eu desconheo, no teramos chance alguma."

"Ento, o que voc planeja fazer?"

Antes de vir para c, Sai tinha dito para utilizar uma ttica mais agressiva. Ele apontou para o sentinela. "Felizmente para ns, h apenas um guarda. Vamos acabar com ele."

"Acabar com ele? Quer dizer, uma batalha casual, aqui, agora?"

"Ns vamos dar para ele um intervalo. Voc usar seu Shintenshin no Jutsu e ir invadi-lo. Ento, vou lanar meu ataque e tudo que voc tem a fazer sair pouco antes do meu ataque atingi-lo."

Esta foi uma combinao de habilidades muito rudimentar que a equipe Ino-Shika-Chou usava com frequncia. Na verdade, Ino nunca tinha feito isso com Sai antes, mas havia apenas um inimigo afinal de tudo, e ela confia nas habilidades de Sai, assim, sem qualquer hesitao Ino respondeu: "Entendi". Formando o selo e reunindo fora mental, ela saiu de trs do barril de ao no momento que as palavras "Ok, estou indo" foram proferidas.

Shintenshin no Jutsu!

O jutsu foi um sucesso, e Ino mudou para a postura ereta do sentinela. Fechando o punho, Sai prensou o sentinela e desferiu um soco. Pouqussimo antes do golpe atingi-lo, Ino gritou "Kai!" e se liberou da mente do sentinela.

A primeira coisa que o sentinela notou quando recuperou os sentidos, foi a figura iminente de Sai a sua direita. O punho de Sai atingiu o estmago do sentinela, e o sentinela curvou-se. Sai desferiu um golpe preciso na parte de trs do pescoo do sentinela.

O sentinela caiu silenciosamente ao cho, ento, Sai deixou o corpo cair por cima de seu ombro e rapidamente voltou a Ino.

"Vamos interrogar esse cara, sobre tudo que precisamos saber", disse Sai enquanto ele andava arrastando o sentinela junto com ele.

Uma vez que eles atingiram as profundezas do ferro-velho, Sai rolou o sentinela pelo cho. A enorme pilha de lixo acumulado ao lado deles produziu uma cobertura perfeito de olhares indiscretos. Sai puxou uma corda comprida, e amarrou as mos, bem como os tornozelos do sentinela. Arrastando o sentinela ainda inconsciente para uma posio vertical, Sai inclinou-o contra a pilha de lixo.

"Sai, seu filho da?"

"Fique quieto", murmurou Sai com calma e retirando a mscara do rosto do sentinela. O sentinela parecia ser um homem em torno de seus trinta anos, ele olhou para Sai atravs de um par de olhos irritados quando Sai olhou de volta.

"Eu no queria fazer algo to desrespeitoso para um Senpai, mas ns estamos com o tempo curto, de modo que ficaremos gratos se voc responder s nossas perguntas."

"..." Sem palavras o homem desviou o olhar de Sai.

"Ontem, vocs sequestraram algum, no ? Onde vocs esto escondendo ela?"

O homem manteve seu olhar ao longe e apertou seus lbios.

"Eu sei que voc faz parte do grupo de Kido. Agora, onde vocs esto mantendo Haruno Sakura?"

O homem continua em silncio, e parece que ele tem inteno de persistir at o fim.

"Senpai, se voc continuar desse jeito, vou ter que recorrer a mtodos que eu realmente no quero usar?"

"Tortura?" perguntou o homem, os cantos de sua boca se contorceram em um sorriso condescendente.

Sai assentiu com a cabea imediatamente, e disse: "Sim, eu tambm fui da ANBU, se lembra? Eu sei uma quantidade infinita de maneiras de fazer algum falar."

"Por mim tudo bem", respondeu o homem. "Uma vez que eu tambm fazia parte da ANBU, eu conheo maneiras de suportar a tortura."

"Eu me pergunto se isso vai ser de alguma ajuda para voc.", disse Sai, enquanto desenhava uma kunai. Em seguida, sem hesitao, Sai cortou as roupas do homem. A parte superior do corpo estava exposta. No entanto, ele no demonstra nem um pouco incomodado.

Ino estava nervosa. Ela tinha testemunhado contra interrogatrios durante suas misses. Ela tinha ouvido falar sobre as exploses de raiva, e frias ameaas inmeras vezes, mas nunca tinha estado na posio do interrogador.

Pensando que tudo isso iria culminar em uma confusa carnificina e derramamento de sangue, Ino se aprontou.

Sai desenhou com o pincel o que ele costumava chamar de Choju Giga, e disse: "Ino, voc deve olhar para longe."

"..."

Que diabos ele estava prestes a fazer? O que ele estava prestes a desenhar? Ele faria um tigre atacar o cara? Ou uma cobra gigantesca espremer para fora sua vida? Ou...

Imagens macabras surgiram dentro da mente de Ino, uma por uma, e antes que Ino pudesse se conter, ela abriu a boca para dizer, "Ei Sai, no faa nada que?"

... Terrvel... Ino estava prestes a dizer, quando Sai comeou a mover seu pincel.

Koochi koochi koo...

"Bwaaa...ahahahahahahahahaaaaaa!!" O homem comeou a berrar com gargalhadas.

"... Isso- isso era o que voc entende por tortura?!" Insultou Ino incrdula, mas Sai respondeu com uma cara muito sria; "Quando voc est correndo contra o tempo, esta a maneira infalvel para conseguir resultados mais eficazes."

"Voc fala srio?"

"Sim. Eu li em um livro."

Durante todo esse tempo de bate-papo, Sai continuou a fazer ccegas no sentinela com um pincel.

O homem continuou a rir e se contorcer, at uma baba podia ser vista no canto de sua boca.

"Voc poderia, por favor, me contar?, Senpai."

"...Sim." Veio a resposta, o rosto e a voz do locutor j estavam em um estado de desnimo total. No havia um nico vestgio da aura misteriosa ou intimidadora que vem com status ANBU propagado pelo homem.

Nos arredores do lado norte-leste da vila, h um armazm de tijolo. Sakura deve estar l, o que o ANBU lhe tinha dito.

Sai imediatamente convocou um pssaro de tinta, os dois cavalgaram em direo ao seu destino, o armazm. Esta no foi a primeira vez que Ino tinha montado na traseira de um dos pssaros de Sai, mas j fazia um bom tempo, e Ino perdeu o equilbrio em uma ocasio.

"Se voc est com medo, voc pode segurar em mim." Tinha dito Sai, a sua frente. Ino achou aquilo um doce, uma familiar sensao de calor brotou bem dentro de seu corao, mas, em seguida, sua mente assumiu e ela respondeu: "Eu estou bem."

Este pssaro foi rpido. O cenrio de paisagem urbana abaixo de seus olhos tinha mudado para exuberantes florestas e vastos campos de um verde brilhante. Eles passaram voando como um milhafre preto, como gavies.

"Eu posso v-lo!" disse Sai, e apontou para um lugar na direo de duas horas.

Alm da floresta selvagem, uma vasta extenso de plancie seguia, em um canto havia um edifcio de tijolo. O pssaro voou rapidamente aproximando-se de seu destino.

Segue o que aconteceu quando o pssaro comeou sua descida. Vrios ANBU apareceram e dispararam kunai na direo deles. Sai agilmente manobrou o pssaro pelo ar e se esquivou do ataque das kunai. De volta as altas altitudes do cu, o pssaro tentou voar em direo ao armazm novamente.

"Sakuraa!!" Gritou Ino, "Ns viemos por voc!!!"

Naquele exato momento, o telhado do armazm explodiu e algo parecia ter sido atirado para fora dele.

A silhueta com um punho erguido acima da cabea ? o que saltou do telhado era inconfundivelmente Sakura, seu corpo inteiro carregado de chakra.

"Sakura!!!!!!" Ino gritou histericamente.

"Hmm, isso engraado. Ns deveramos estar aqui para salv-la...", ponderou Sai enquanto piscou os olhos.



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